bg

A epidemia homossexual

Artigo de André Soares - 17/05/2011

 

 

 

A questão homossexual encerra um mundo de equívocos, sendo incompreendida inclusive pelos homossexuais. A despeito de tratar-se de um fenômeno inerente à própria vida, chegamos ao momento em que sua significativa influência na vida social trará ingentes e irreversíveis conseqüências prejudiciais para o futuro das sociedades que navegam à mercê de modismos e campanhas politicamente oportunistas, tratando o homossexualismo como uma manifestação socialmente inofensiva.

Sobre esse assunto, a primeira pergunta a ser respondida é: “o que é o homossexualismo?” Assim, contrariamente às duas principais e majoritárias concepções, defendidas por correntes antagônicas, representadas de um lado pelos contrários ao homossexualismo e de outro por seus simpatizantes, adeptos e praticantes, a realidade é que o homossexualismo não é doença e muito menos opção sexual.

Os erros sobre essa temática começam a partir da interpretação imprópria que é unanimemente aceita sobre a denominação “homossexual”, que decorre da sua infeliz ou maliciosa construção léxica, cuja semântica subliminar induz ao erro de supor haver possibilidade de sexo entre pessoas do mesmo sexo. Essa inverdade foi exponenciada por reação em cadeia com a adoção de outras denominações derivativas impróprias, como bissexual, transsexual, metrossexual, etc, desencadeando uma manipulação logomáquica em nível mundial, perdendo-se definitivamente a exata compreensão sobre o que é sexo. Afinal, o que é, ou não é, sexo?

Todavia, a despeito da desorientação atual a que se chegou, ainda resta um breve suspiro de racionalidade às pessoas a lembrá-las que o sexo visa precipuamente à reprodução da vida e à sobrevivência da espécie humana. Pelo seu propósito, o sexo somente é possível entre heterossexuais, sendo uma condição inalienável determinada pela própria natureza humana, cujo determinismo inexorável é de crucial importância para a nossa própria sobrevivência. Por essa razão, a “sabedoria” da natureza faz o sexo proporcionar o máximo prazer psicofisiológico que se pode experimentar, o qual somente é vivenciado em sua plenitude na relação heterossexual. Destarte, como a natureza humana contemplou o sexo exclusivamente para as relações heterossexuais, a conjunção carnal e copulatória que homossexuais praticam entre si pode ser considerada legítima como direito individual da pessoa humana, juridicamente legal, prazerosa, afetuosa, e tantos outros aspectos eventualmente pertinentes. Mas, uma coisa é certeza indubitável - o que homossexuais praticam entre si não é sexo.

Assim, a partir da exata compreensão sobre o que é sexo e o seu propósito evolucionista, conseguir-se-á entender que o homossexualismo não é uma opção sexual, pelo simples fato de que não existe opção sexual na espécie humana, conquanto exista em outras formas de vida no planeta. Na verdade, sob o ponto de vista sexual, o homossexualismo é uma anomalia que proporciona significativos riscos à saúde de seus praticantes, os quais são conhecidos de sobejo pelos incontáveis casos de doenças e óbitos a ele associados.

Porém, o simples fato do homossexualismo ser uma anomalia sexual, existente também em outras espécies animais, por si só, não justifica classificá-lo como doença. Isto porque de forma mais abrangente e principalmente sob aspecto psicossocial o homossexualismo pode ser necessário e benéfico aos homossexuais. Esse é o ponto crucial em que se começa a compreendê-lo, pois é quando se percebe a necessidade da formulação do principal questionamento sobre o homossexualismo que é: por que os homossexuais optaram por praticarem uma anomalia? Ou seja, o que leva alguém a ser homossexual?

Aqui se insere o epicentro das controvérsias e polêmicas sobre o homossexualismo, que invadem as mentes humanas numa profusão de manipulações e desinformações. Nesse mister, a esmagadora maioria dos homossexuais desconhece ou mente persistentemente quando se vê obrigada a justificar a causa da sua prática homossexual, atribuindo-lhe habitualmente a um inespecífico sentimento irresistível de atração por conjunção copulatória carnal com o mesmo sexo, que dizem não saber explicar.

A verdade é que as causas do homossexualismo podem ser de natureza endógena e exógena à pessoa. As de natureza endógena são decorrentes de anomalias morfológicas relativas à constituição orgânica do indivíduo, que geram uma indefinição sobre sua determinação sexual, conhecidas pela literatura médica e classificadas na categoria do hermafroditismo, na qual uma pessoa apresenta um fenótipo masculino, conquanto possua um genótipo feminino e vice-versa, vulgarmente conhecido como uma pessoa que aparenta ser homem, mas internamente possui corpo de mulher e o contrário. Todavia, os casos hermafroditas são tão raros que são desprezíveis para justificar as atuais legiões de homossexuais que, no entanto, insistem com a pseudo justificativa de serem predestinados ao homossexualismo por irresistível constituição psicossomática.

Portanto, a origem majoritária do homossexualismo é de natureza exógena, relativa ao meio psicossocial em que se vive e que influencia fundamentalmente o comportamento e as atitudes humanas, especialmente nessa seara. Nesse contexto, dois são os principais motivos que podem conduzir ao homossexualismo, sejam eles relativos a frustrações decorrentes da dificuldade ou incapacidade de realização sexual com o sexo oposto, ou decorrentes de frustrações de diversas ordens na vida pregressa, que evidentemente podem estar associadas e que são impostas ao indivíduo exclusivamente pelas adversidades enfrentadas no meio familiar e social. Esse é o contexto em que o homossexualismo surge, com a finalidade de suprir deficiências pessoais e como solução compensatória para satisfação de necessidades individuais de relacionamento social. Tal comportamento de adaptação é identificado também no reino animal, conquanto não seja tolerado nesse meio.

Portanto, o fenômeno do homossexualismo consiste numa opção social e comportamental do indivíduo, pois pessoas heterossexuais e homossexuais são rigorosamente idênticas entre si, tanto em gênero como em demandas sexuais, diferindo apenas quanto ao comportamento social adotado para satisfazê-las. Em síntese, a grande verdade é que o homossexualismo consiste numa estratégia pessoal de adaptação ao meio no qual se está inserido, que na atualidade se transformou em projeto pessoal de sucesso e projeção social.

Todavia, se as sociedades de vocação democrática objetivam seu desenvolvimento e evolução a partir da garantia das liberdades e direitos individuais, é de bom alvitre considerar os eventuais efeitos colaterais e perigosas reações adversas que podem advir de sua liberalização indiscriminada. Nesse contexto, essas sociedades não podem esquecer que se a prática do homossexualismo é uma anomalia prejudicial que deve ser respeitada no âmbito do livre arbítrio em respeito ao pleno direito democrático que as pessoas têm de fazerem o que bem quiserem de si mesmas, como por exemplo fumar, beber, se prostituir e até se matar; por outro lado, devem se precaver dos inevitáveis malefícios sociais que a apologia dessas práticas deletérias e sua proliferação causam às sociedades.

Esse é o contexto em que o homossexualismo deve ser combatido porque socialmente é um câncer que vitima de morte a família e por metástase todo o tecido social. Afinal, a história da humanidade está a demonstrar que sociedades homossexuais nunca prosperaram, pois estão fadadas a não existirem. Contudo, atualmente o homossexualismo virou moda e epidemia social no Brasil e no mundo. E está se alastrando rapidamente.

 


 
 
Voltar ao topo